Alugar e comprar são comparados pelo custo líquido ao longo dos anos que você espera ficar. O custo de alugar é o seu aluguel, que cresce a cada ano. O custo de comprar é tudo o que você paga — entrada, principal e juros mensais, imposto, seguro e manutenção — menos o que uma venda no final recupera: o valor valorizado do imóvel, menos os custos de venda e o saldo devedor restante do empréstimo. Qual opção tem o menor custo líquido nesse horizonte depende muito de quanto tempo você fica, e por isso o ano de equilíbrio importa mais do que qualquer comparação de um único mês.
Calculadora de alugar ou comprar — custo líquido
Compara US$ 2 000 de aluguel (crescendo 0%/ano) contra um imóvel de US$ 400 000 com 20% de entrada a 6,5%, ao longo de uma permanência de 7 anos.
- Custo líquido de comprar
- US$ 183 332
- Custo líquido de alugar
- US$ 168 000
- Ano de equilíbrio
- 19
Gráfico
| Ano | Alugar (líquido) | Comprar (líquido) |
|---|---|---|
| 0 | US$ 0 | US$ 0 |
| 1 | US$ 24 000 | US$ 26 995 |
| 2 | US$ 48 000 | US$ 53 750 |
| 3 | US$ 72 000 | US$ 80 249 |
| 4 | US$ 96 000 | US$ 106 476 |
| 5 | US$ 120 000 | US$ 132 412 |
| 6 | US$ 144 000 | US$ 158 038 |
| 7 | US$ 168 000 | US$ 183 332 |
Exemplos rápidos
Como o cálculo é feito
- Aluguel total durante a permanência (com crescimento anual)
- R
- = 2 000
- g
- = 0
- y
- = 7
- 168 000
- Comprar: tudo o que é pago menos o que uma venda recupera
- y
- = 7
- 183 331,87
- Diferença = custo de alugar − custo de comprar
- rent
- = 168 000
- buy
- = 183 331,87
- -15 331,87
Comparar cenários
| Cenário | Custo mensal atual | Total pago | Recuperado na venda | Custo líquido |
|---|---|---|---|---|
| Alugar | US$ 2 000,00 | US$ 168 000 | US$ 0 | US$ 168 000 |
| Comprar | US$ 2 547,62 | US$ 294 000 | US$ 110 668 | US$ 183 332 |
Como funciona
O lado de alugar é uma única soma crescente: o aluguel de cada ano da permanência, subindo conforme a premissa de crescimento do aluguel. O lado de comprar é o pago menos o recuperado. Pago: a entrada, a parcela amortizada de principal e juros (M = P·r(1+r)ⁿ ⁄ ((1+r)ⁿ − 1)) a cada mês até o horizonte ou o fim do empréstimo, e o imposto, o seguro e a manutenção mensais. Recuperado no horizonte: o valor do imóvel valorizado conforme a premissa de valorização (crescimento composto, valor × (1+g)ʸ), menos os custos de venda e menos o saldo ainda devido do empréstimo — a mesma aritmética de saldo restante que o cronograma de pagamento balão de um credor usa. As taxas de crescimento e o percentual de venda são premissas que você controla, e o modelo deixa de fora de propósito alguns fatores reais, enumerados na pergunta de precisão mais abaixo.
Exemplo resolvido
O passo de recuperação é o que uma fonte publica: sobre um empréstimo de US$ 100 000 a 4 % em 30 anos, o exemplo de pagamento balão da CFPB (agência de proteção financeira ao consumidor dos EUA) mostra que, após cinco anos de parcelas, você ainda deveria US$ 90 448 — o saldo restante que é descontado do preço de venda quando você vende. Esta calculadora executa essa mesma aritmética dentro da comparação: para um imóvel de US$ 400 000, 20 % de entrada a 6,5 %, contra US$ 2 000 de aluguel ao longo de uma permanência de 7 anos com todas as premissas de crescimento em zero, ela calcula cerca de US$ 168 000 líquidos de alugar, cerca de US$ 183 300 líquidos de comprar e um ponto de equilíbrio perto do ano 19 — números próprios desta calculadora para esses valores, não valores publicados, e que mudam a cada premissa que você altera.
Perguntas frequentes
Como comprar pode custar menos mesmo com a parcela mensal mais alta?
- Porque parte de cada parcela da hipoteca recompra valor líquido do imóvel, e a valorização vai para o proprietário. A comparação conta o que uma venda recupera — o valor valorizado menos os custos de venda e o saldo restante — contra tudo o que foi pago, então uma saída mensal mais alta pode ainda assim produzir um custo líquido mais baixo com anos suficientes. Em uma permanência curta, os custos iniciais dominam e o contrário é comum.
O que é o ano de equilíbrio?
- O primeiro ano em que o custo líquido acumulado de comprar cai até o de alugar ou abaixo dele. Antes dele, a entrada e os juros iniciais do empréstimo mantêm comprar mais caro; depois, o valor líquido do imóvel e a valorização já se equipararam. Se o aluguel é baixo ou as premissas da permanência são desfavoráveis, pode não haver ponto de equilíbrio em 40 anos, e a calculadora diz isso em vez de mostrar um número.
Por que a duração da permanência importa tanto?
- Comprar concentra os custos no início (a entrada, as parcelas iniciais quase todas de juros) e concentra a recuperação no final (o valor líquido do imóvel e a valorização, que se capitalizam com o tempo). Alugar é quase linear. Então a comparação se inverte conforme o horizonte: uma permanência de poucos anos costuma favorecer alugar, uma permanência longa costuma favorecer ser proprietário, e o ponto de cruzamento se move com as taxas, o aluguel e as premissas de crescimento — que é justamente o que o gráfico mostra.
O que fazem as premissas de valorização e de crescimento do aluguel?
- A valorização capitaliza o valor do imóvel até o ano da venda, elevando o que comprar recupera; o crescimento do aluguel capitaliza o aluguel a cada ano, elevando o que alugar paga. Ambas são 0 % por padrão — um valor neutro, não uma previsão — porque os valores reais variam conforme o mercado e o período e dominam o resultado. O uso honesto é experimentar uma faixa nas duas direções e observar como a resposta e o ano de equilíbrio se movem.
O que "recuperado na venda" inclui?
- O valor do imóvel no horizonte (o preço valorizado conforme a premissa de valorização), menos os custos de venda no percentual que você definir, menos o saldo do empréstimo ainda devido — a mesma aritmética de saldo restante que uma quitação com pagamento balão. É o dinheiro que uma venda devolveria, e por isso o custo líquido de comprar pode ficar muito abaixo do total que foi pago.
Isto leva em conta investir a entrada em vez disso?
- Não — essa é a maior exclusão do modelo. O dinheiro que não é gasto em uma entrada poderia render retornos de investimento enquanto você aluga, o que elevaria o custo relativo de comprar. Ele também deixa de fora os custos de fechamento da compra, os efeitos tributários de ser proprietário e o seguro hipotecário privado (PMI), que, segundo a CFPB (agência de proteção financeira ao consumidor dos EUA), se aplica a um empréstimo convencional com "uma entrada de menos de 20 por cento". Cada um desses inclina a comparação para alugar ou comprar, então trate o resultado como uma comparação estrutural, não como um veredicto.
Qual é a precisão disto e o que fica de fora?
- A aritmética de amortização, de saldo e de crescimento composto é exata para as premissas dadas; a resposta é tão boa quanto essas premissas. Ficam de fora: o retorno de investimento sobre a entrada, os custos de fechamento da compra, os efeitos tributários, o seguro hipotecário privado (PMI), as mudanças de taxa e qualquer diferença entre a valorização suposta e a real — o fator que domina os resultados reais. Varie as premissas antes de confiar em uma conclusão em qualquer sentido.
Como sabemos que isto está correto
- Última revisão
- 22 de jul. de 2026
- Precisão
- Arredondado para 0 casa decimal.
Fontes
- Consumer Financial Protection Bureau What is private mortgage insurance? · Revisado em 22 de jul. de 2026
- Consumer Financial Protection Bureau How do mortgage lenders calculate monthly payments? · Revisado em 21 de jul. de 2026
- LibreTexts (Las Positas College) Amortized Loans (Math for Liberal Arts, §8.05) · Revisado em 18 de jul. de 2026
- LibreTexts (Las Positas College) Simple and Compound Interest (Math for Liberal Arts, §8.02) · Revisado em 21 de jul. de 2026