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Sua relação dívida/renda (DTI) é a soma de todos os seus pagamentos mensais de dívidas dividida pela sua renda mensal bruta — o valor antes dos impostos, com a renda anual dividida por 12. No exemplo resolvido da CFPB (agência de proteção financeira ao consumidor dos EUA), US$ 2 000 de pagamentos mensais de dívidas ante US$ 6 000 de renda mensal bruta é uma DTI de 33 %. Os credores usam a relação para avaliar quanto da sua renda já está comprometido antes de assumir um novo pagamento, e diferentes produtos de empréstimo e credores aplicam diferentes limites de DTI.

Calculadora de relação dívida/renda (DTI) e novo pagamento

US$ 2 000 em pagamentos mensais de dívidas ante US$ 72 000 de renda bruta anual, com um novo pagamento proposto de US$ 0.

Relação dívida/renda33%
DTI com o novo pagamento
33%
Renda mensal bruta
US$ 6 000

Exemplos rápidos

Como o cálculo é feito

  1. DTI = pagamentos mensais de dívidas ÷ renda mensal brutaDTI=DI/12\text{DTI} = \frac{D}{I/12}
    D
    = 2 000
    I
    = 72 000
    0,333333
  2. Soma o pagamento proposto às dívidas e divide de novoDTInew=D+pI/12\text{DTI}_{\text{new}} = \frac{D + p}{I/12}
    p
    = 0
    0,333333
Relação dívida/renda33%

Como funciona

Uma divisão, aplicada duas vezes. Sua relação atual: DTI = pagamentos mensais de dívidas ÷ (renda anual ÷ 12) — a definição que a CFPB enuncia, com as dívidas contadas como as próprias parcelas mensais (hipoteca ou aluguel, financiamentos de veículo, empréstimos estudantis, mínimos de cartão), não como os saldos devidos. A segunda divisão soma um novo pagamento mensal proposto ao numerador e mostra onde a relação fica se você contratar o empréstimo — o número que um credor verá na solicitação. Nenhuma linha-alvo é traçada sobre o resultado: os limites dos credores diferem por produto, e o conhecido teto de 43 % que um dia se ligou às hipotecas qualificadas (Qualified Mortgages) foi substituído por limiares baseados no preço, de modo que qualquer limiar que esta página traçasse seria a regra de alguém, não a regra.

Exemplo resolvido

O próprio exemplo da CFPB é o padrão aqui: US$ 1 500 por mês para uma hipoteca, US$ 100 para um financiamento de veículo e US$ 400 para outras dívidas somam US$ 2 000 de pagamentos mensais; ante US$ 6 000 de renda mensal bruta, isso é uma DTI de 33 % (CFPB). Some uma parcela de carro proposta de US$ 450 e esta calculadora divide de novo: US$ 2 450 ÷ US$ 6 000 ≈ 41 % — esse número deslocado é a aritmética desta calculadora sobre o cenário da CFPB, não um valor publicado, e é exatamente o movimento que um credor recalcularia quando você faz a solicitação.

Perguntas frequentes

O que conta como pagamentos mensais de dívidas?

Os pagamentos, não os saldos: hipoteca ou aluguel, financiamentos de veículo, empréstimos estudantis, empréstimos pessoais e pagamentos mínimos de cartão — obrigações recorrentes que um credor vê. Gastos do dia a dia, como supermercado ou contas de serviços, não são serviço da dívida e ficam fora do numerador, e é por isso que a DTI pode parecer baixa mesmo quando o orçamento está apertado.

A renda é antes ou depois dos impostos?

Antes — a relação usa a renda bruta, a renda anual dividida por 12, igual a como os credores a calculam. Usar o salário líquido inflaria a relação em comparação com o que qualquer credor calcula e tornaria o número incomparável com os limites informados.

O que é uma boa DTI?

Não há uma única linha: a CFPB (agência de proteção financeira ao consumidor dos EUA) observa que diferentes produtos de empréstimo e credores têm diferentes limites de DTI, e o teto de 43 % que um dia se ligou às hipotecas qualificadas (Qualified Mortgages) foi substituído por limiares baseados no preço. A leitura útil é direcional — quanto menor a relação, mais margem um credor vê — e o corte específico pertence ao credor que faz sua cotação.

Por que mostrar a DTI com um pagamento proposto?

Porque essa é a decisão que a relação de fato informa: um credor avalia a relação tal como ela ficaria com o novo empréstimo incluído. Informar o pagamento que você está considerando mostra o cenário do depois — a mesma divisão com o pagamento somado ao numerador — antes de você fazer a solicitação.

A DTI inclui o empréstimo que estou solicitando?

As duas visões importam e esta página mostra ambas: sua relação total de dívida (back-end) hoje e a relação com o pagamento proposto incorporado. Em uma solicitação de hipoteca, o próprio pagamento da moradia é a maior linha do numerador, e é por isso que o número com o pagamento se move de forma tão acentuada.

Como isto se diferencia de um score de crédito?

Um score de crédito mede o histórico de pagamentos; a DTI mede a capacidade — quanto da sua renda já está comprometido. Os credores ponderam os dois, e nenhum substitui o outro: um score impecável com uma relação esticada ainda é lido como risco, e vice-versa.

Qual é a precisão disto e o que fica de fora?

A divisão é exata para o que você informa; o julgamento está no numerador. Os credores podem contar obrigações que você omite (pensão alimentícia, empréstimos com coobrigado) ou usar definições de renda diferentes para o trabalho autônomo, e as regras de cada produto diferem no que se qualifica. Trate o resultado como o cálculo total padrão (back-end) e espere que o número de um credor difira nas margens.

Como sabemos que isto está correto

Última revisão
21 de jul. de 2026
Precisão
Arredondado para 0 casa decimal.
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Fontes